Últimas fotos :: 10 e 11 dez

Il Divo fez algumas aparições…

E nosso mais novo informante oficial é Dick Meredith, vejam os últimos tweeds dele:

Il Divo no Programa “Tijd voor MAX” em Amsterdan

Il Divo na sessão de autógrafos, na Bélgica

Il divo na Holanda, programa Coffee Time

Il Divo no programa Koffietijd

Dois videozinhos…


IDGI – RTL XL- Il Divo Cant Help Faling in Love por Gaby_kdsh


IDGI -Il Divo RTL XL – Interview por Gaby_kdsh

bjos, Vir

Il Divo no iVillage.co.uk

‘É o fim do Il Divo como nós o conhecemos’

Exatamente um ano após a última conversa com o  Il Divo, para lançamento do seu sexto álbum de estúdio – Wicked Game – Eu estou de volta aos escritórios centrais da Sony para uma reunião com café da manhã com quatro dos homens menos sérios dentro da música séria.

Após uma breve (trocadilho intencional) bisbilhotice sobre a cor de suas roupas íntimas (David: preta; Urs: transparente; Carlos reinvindica estar no comando) Sébastien me apressa. Depois de 10 meses de turnê Il Divo está tirando um mês de mais que merecidas férias, antes de retornar em 2013 para uma turnê com a bela mezzo soprano Katherine Jenkins e retornar ao estúdio para seu primeiro ‘album conceito. Para (Natal) as fãs, há o álbum dos melhores sucessos chegando nas prateleiras. Enquanto que os megastars da música clássico cross-over não dão sinais de diminuir o rítmo, há uma mudança de direção para o Il Divo…

Álbuns tipo Greatest Hit podem parecer como uma despedida. É o fim do Il Divo?

David Miller: É o fim do Il Divo como nós o conhecemos.No sentido de que o Greatest Hits é uma reflexão de tudo que nós já fizemos até este ponto. O marco que nós temos em cada album – esta faixa deste genero, esta faixa daquele – é uma seleção ampla e randômica as vezes. Ao avançar nos queremos realmente considerar tudo que nós aprendemos nesses últimos nove anos sobre quem somos como músicos, como pessoas, sobre nossos interesses musicalmente falando, e realmente focar neste tema em particular.

Urs Büher: O processo para os álbuns até aqui era a procura por músicas. Você começava com uma lista de 100 canções e você ia reduzindo mas sempre havia canções que nós pensávamos “soa muito bem mas não encaixa no álbum” porque nunca havia um conceito. Por essa razão nós colocamos as faixas não lançadas previamente no álbum Greatest Hits porque elas são canções que nós sempre quizemos gravar, canções que a audiência sempre quis que nós gravássemos, o que faz sentido com a base de trabalho que nós temos até aqui mas não fará sentido no futuro álbum. Sendo assim é como um prazer que nós estamos dando a nós mesmos.

Então o próximo álbum é um álbum conceito?

Urs Bühler: Sim,, eu acho que sim!

David Miller: Há definitivamente uma grande premeditação incluida nisso, nós estamos definitivamente alcançando-a como uma base de trabalho e um tema.

O que podemos esperar da turnê de 2013 com Katherine Jenkins?

Sébastien Izambard: Ela tem uma grande voz e uma grande personalidade; eu acho que vai funcionar realmente bem com a gente no palco. Nós vamos cantar alguns duetos juntos. Nós já o fizemos com ela para um especial de TV (para ir ao ar no começo de Dezembro no 1TV) e depois de terminado nos descobrimos que fez mais sentido ainda, nós temos química e vozes para trabalhar junto.

Carlos, você é de alguma forma um sedutor. Você deu alguma cantada na Katherine?

David Miller: A questão melhor é quantas vezes!

Quantas cantadas você já deu?

Carlos Marin: Há duas boas razões porque eu dei as cantadas na Katherine… ela é bonita e ela tem uma grande voz! Quem sabe o que a turnê irá nos dar…

Como o rock ‘n’roll faz parte na turnê, alguma festa depois do show?(Rock ‘n’ roll no sentido de farra , festa, etc)

David Miller: As sim! Festas de arromba com prostitutas e pessoas que tiram a roupa e farra! Todo mundo sem a parte de cima até o fim da noite!

Qual foi o maior rock ‘n’ roll que vocês já fizeram?

Sébastien Izambard: Eu lembro de oito anos atrás nós fomos numa festa para comemorar nossa primeira colocação aqui na Inglaterra e eu bebi muito naquela noite. Eu saí da festa com o Carlos direto para uma entrevista com Lorraine (Kelly) e eles disseram “não faça nenhuma pergunta para Sébastien, ele está ‘passado’. E, é claro, a primeira coisa que ela fez foi me fazer uma pergunta! Foi engraçado ver a cena daquele dia.

Urs Bühler: Ele de fato caiu do sofa! Por isso que Lorraine tem os sofas com laterais agora!

David Miller: Como um grupo eu acho que a coisa mais ‘rock ‘n’roll’ que nós fizemos foi este ano na Korea. Nós fomos num lugar depois do show – Octagon – o que era um depósito de três andares enorme com as paredes repletas de telas de LED com imagens psicodélicas passando por todo o lugar e bebidas em todas as mesas e salas VIP. Eu não tenho bem certeza quantas garrafas de vodka foram consumidas mas foi bem ‘rock ‘n’roll’.

Parece bem o Usher … (cantor)

David Miller: Nós deveríamos conseguir com ele escrevesse umas melodias para nós!… Usher na nova era do Il Divo! Vejam o que fiz aqui…

Quem são seus heróis?

Carlos Marín: O meu é Tom Jones, é claro! Ele é fantástico. Eu disse uma vez que eu o amava porque ele tem uma voz incrível e ele recebe todas as calcinhas. E desde então, as fãs sempre jogam calcinhas no palco para mim.

Urs Bühler: Tivemos uma sessão de autógrafos em Madrid recentemente e vem uma senhora britânica, oito meses e meio de gravidez, e eu pensei: ‘você foi o mais novo a jogar calcinhas para nós!’

Carlos Marín: E agora ela está grávida.

David Miller: Não jogue a calcinha para o Carlos, porque isso é o que acontece.

Carlos Marín: Os melhores dois minutos de sua vida!

Há uma crítica a música classical crossover, que sugere que cantar qualquer coisa em italiano automaticamente lhe dá uma vantagem. Qual é a sua resposta a isso?

David Miller: Eu sinto muito, você tem que ter a voz, a fim de colocar a música em um nível tecnicamente alto. Você não pode colocá-la em italiano e dar um chute. Isso não é classical crossover.
Inglês não é o melhor para cantar com o nível de poder que fazemos com a nossa formação clássica. A maioria de nossas músicas é em espanhol porque o espanhol não é tão lírico. Quando você canta em italiano há regras muito duras e rígidas sobre como as coisas devem ser pronunciadas, pode quase parecer um pouco de ópera – entre pop e ópera. Porque nós não estamos tentando transformar canções pop em ópera e não tocamos o repertório operístico. Estamos tentando escarranchar os dois mundos.

Urs Bühler: E, no final, estamos fazendo música para quem? A audiência! Ela tem que gostar. Você faz música, porque você acha que “isso é bonito, o que estamos fazendo juntos. Isso me agarra, eu sou apaixonado por isso. Esperemos que o nosso público sinta o mesmo.”

Como você se sente sobre programas de TV de talentos como The X-Factor?

Carlos Marín: Ele pode fazer um jovem cantor alcançar o ponto mais alto da sua carreira sem ter uma carreira por trás disso… Você pode ter um CD, vender um lote deles e, em seguida, no próximo CD você não vender e você estará fora da gravadora, pode destruir um cantor ou a pessoa como um ser humano. Esses programas são os únicos programas para um artista mostrar que sabem cantar, não há outras formas. É uma pena que não há nada mais respeitoso, na minha opinião.

Quais são seus desejos de Natal?

Sébastien Izambard: Que eu tenha um adorável descanso com a família e as pessoas que amamos. E que vamos voltar e fazer o melhor possível. Eu acho que ficar saudável é provavelmente a coisa mais importante e todo o resto é um bônus.

Carlos Marín: Para mim, espero que o mundo saia desta crise [econômica]. Especialmente a Espanha, é realmente terrível a situação. E para o mercado de música é uma vergonha, porque todo mundo vende discos cada vez menos, porque não há dinheiro para comprar.

Urs Bühler: Eu espero que eu possa viver uma vida feliz até o fim da minha vida, como e onde for.

David Miller: Meu desejo de Natal e Ano Novo é que as pessoas percebam que a violência não resposta para nada. Eu sou um pacifista e sempre fui, nada de novo para mim…

Fonte

Tradução de Regina Vieira, obrigada! 😉

bjos, Vir