URS na Tele1 Zurich :: 27/11/12


 
Jornalista: Você é uma estrela, sempre em viagem. Como é que é possível para você?
Urs: Porque nós terminamos nosso worldtour há três semanas. Estivemos viajando no Japão e na Europa, a fim de promover o nosso novo cd. Levantei-me hoje às 5 da manhã em Londres, tomei o avião para Zurique para fazer entrevistas com a imprensa e aqui estou agora na Tele M1.
 
Jornalista: Como resolve seu cansaço? Você ainda sente depois de todo esse tempo ou você já está imune?
Urs: Não, você nunca está imune. Isso é realmente o maior problema. Às vezes você não consegue dormir, devido à falta de tempo. E isso é a coisa mais importante para manter a voz em boa forma.
 
Jornalista: Mas como foi para você, que vêm do Willisau, um pequeno vilarejo, entrar no grande mundo?
Urs: Muito interessante. Eu vivi em Willisau até os 20 anos, quando fui para Lucerne para estudar na Academia de Música – Eu nunca tive a sensação de algo que falta e que eu queria chegar mais longe, que aconteceu de algum modo. Foi uma experiência avassaladora para mim no começo, quando me mudei de Lucerna para Amsterdã para meus estudos e é aí que tudo começou. Nos últimos dez anos, tenho sido literalmente viajar pelo mundo inteiro. Eu acho que é ótimo, muito interessante e proveitosa, porque você pode realmente ver o que está acontecendo lá fora e certamente amplia sua mente muito mais.
 
Jornalista: Como você se sente quando casa novamente?
Urs: É linda. Eu realmente gosto de Willisau. A Suíça é um dos países mais belos, isso é claro para mim e é isso que eu digo a todo mundo. Eu sou totalmente feliz, toda vez que eu chego na minha casa.
 
Jornalista: Como é que o sucesso pode mudar uma pessoa?
Urs: Tivemos sorte que sucesso só chegou pra nós com trinta e poucos anos. Acredito que naquele momento você está um pouco mais estável e que não se deixa levar tanto. O que poderia ter mudado mais é o fato de que temos viajado muito, vi o mundo todo e fomos confrontados com questões práticas em diferentes países e com diferentes pessoas e tivemos de lidar com elas ediariamente. Na minha opinião é o que tem o maior impacto sobre a personalidade.
 
Jornalista: Como todos sabemos, Il Divo se originou a partir de um casting em Londres no ano de 2004. Estou certo de que você seria aprovado neste casting com que 17 anos de idade. Teria sido diferente, se você tivesse feito essa experiência com essa idade?
Urs: Não, isso não é o ponto. Eu só estou dizendo isso porque eu sei que as pessoas que já foram bem sucedidos quando tinha 17 e apenas poderiam não lidar bem com isso, porque aconteceu muito rápido. Eles compraram uma Ferrari com 18 anos e quando chegam aos 21 esta tudo acabado e não tem mais dinheiro pra nada. Na nossa idade, eu acho, você deve saber como lidar melhor com suas finanças.

Journalista: Que carro você dirige, não é uma Ferrari, suponho?
Urs: Não, é um jipe. Seu valor é de 3000 francos suíços aproximadamente.
 
Jornalista: O que você faz, quando você tem algum tempo livre aqui na Suíça?
Urs: Então vou para o ‘Männsberg’ e como um Vermicelles lá. Eu pretendia almoçar lá hoje, mas, infelizmente, já é tarde demais para este ano.


“Isso é um Vermicelles”
 
Jornalista: O tempo poderia estar melhor ara a sua vista.
Urs: Bem, é novembro.
 
Jornalista: Para resumir, eu gostaria de falar com você sobre sucesso, sobre a vida. Você poderia nos dar algumas dicas sobre isso. Com 17 anos, você ainda tocava em uma banda de heavy-metal. Como você foi parar neste tipo de música, a música do Il Divo?
Urs: Com 21 anos, eu estava estudando música para me tornar um professor de música, em Lucerna. Minha voz de tenor de alguma forma, se destava e os professores recomendaram a música clássica. Eu considerei os seus conselhos e eu gostei. Então eu fui para Amsterdam, e com os meus estudos no Conservatório de lá, fui parar na Opera. Uma coisa levou a outra.
 
Jornalista: Finalmente, eu gostaria de falar sobre o álbum, que é chamado Greatest hits e já está disponível. Normalmente os artistas fazem esse tipo de álbum depois vinte a trinta anos. Por que vocês fizeram agora?
Urs: Porque em breve fará 10 anos desde que nos encontramos pela primeira vez. E nós lançamos seis ou sete cds. Até agora, temos olhado individualmente para as canções adequados para Il Divo, e nós colocamos juntas em um cd. Nós tivemos o suficiente disso por enquanto. É por isso que lançamos este álbum com quatro faixas novas que realmente sempre quis gravar, mas nunca poderia se encaixar antes e não vai caber em nossos álbuns futuros. Aqui elas são perfeitas.
 
Jornalista: Eu diria que é o presente de Natal perfeito. Muito obrigado por estar aqui e tudo de melhor.
Urs: Muito obrigado, foi um prazer.

Fonte da Entrevista em Inglês

bjos, Vir

Il Divo no Entertainment Focus (25/11/12)

Fonte

Sébastien Izambard, Carlos Marin, David Miller e Urs Bühler são o Il Divo.


Eles são quatro vocalistas incrivelmente talentosos com personalidades carismáticas e uma beleza clássica. Entre eles, numerosos records quebrados e vendas acima de 25 milhões de álbuns. O público tem um caso de amor com eles, shows não dão sinais de parada.
Il Divo concedeu um tempo em sua ocupada agenda para conversar conosco antes do lançamento do álbum Greatest Hits, o qual será lançado na segunda-feira (26.11)
Maravilhoso encontrar todos vocês! Como vocês estão hoje?
D: Sim, nós estamos todos bem, obrigado!
Vocês tem um dia bem ocupado com entrevistas durante o dia, para promover o novo álbum?
D: Nós temos meio dia de entrevistas. Nós veremos somente pessoas especiais e importantes hoje!
Ha-ha! Então o novo álbum Greatest Hits será lançado na Segunda-feira, vocês estão ansiosos com isso?
S: Oh, Eu pensei que seria lançado hoje, não mesmo, é segunda? Ok, Eu nem mesmo sei que dia é! Como você pode ver, será uma comédia esta manhã! Ha-ha.
D: Nós estamos nervosos!
S: É uma seleção de nossas melhores canções, de modo que é um álbum Greates hits. Ficou óbvio que enquanto estávamos em turnê quais canções realmente funcionavam e nós fizemos uma lista. Há também quatro novas faixas. Eu acho que há dezoito canções no Greatest Hits. Nós temos My heart will go on, do Titanic e I will always love you, do filme O Guarda-costas e etc incluidos. É uma coisa legal para os fãs e também é bom para as pessoas que podem não ter ouvido o IL Divo.
Qual é a sua canção favorita no álbum?
C: I can’t help falling in love, do Elvis Presley.
D: Canções favoritas? Eu serei honesto, Eu realmente gosto das novas canções, porque a base principal do trabalho que nós fizemos até agora resistiu ao teste do tempo você sabe, mas eu estou muito interessado no que vem depois e o que é novo e assim nós acrescentamos estas canções no Greatest Hits. Estas são canções as quais vieram dos fãs ao passar dos anos você sabe, eles dizem que você deveria fazer essa canção etc e estas canções são como um reconhecimento do que eles têm dito para nós e elas canções encaixam perfeitamente. Poderiam ter encaixado em qualquer um de nossos outros álbuns, mas ao mesmo tempo, elas são novas e elas estão renovadas.
Quanta informação vocês conseguem para definir o que entra num álbum, há muita escolha , vocês tem peso na descisão do que entra nele?
C: Por exemplo no Greatest hits, nós somente colocamos quatro novas faixas no álbum, como: I will always love you. Que foi um dos que nós propomos incluir. Algumas vezes, se nós propomos alguma coisa e há um desacordo, nós vamos para o estúdio e gravamos a canção e mostramos como fica é como nós fazemos.
Vocês sentem alguma pressão como o lançamento de cada álbum, para vender os cds, ou vocês são mais relaxados, sabendo que vocês tem um base de fãs enorme e fiel?
U: É um pouco diferente eu acho, porque é um álbum com os maiores sucessos. Eu penso que o álbum Greatest Hits é comprado de modo diferente dos outros álbuns, tanto na base de fãs , que querem comprar tudo do grupo, ou pessoas que não tinham previamente comprado um álbum, mas que ouviu falar quem somos e acha que já ouviu muito sobre eles nos últimos anos e gostaria de ter algo e o Greatest Hits está onde você capta a essencia de um grupo, mesmo que nove anos tenham se passado. Eu digo isso porque é o jeito que eu compro álbuns também, há grupos os quais eu amo a música, e outros grupos que eu até gosto e compro seu álbum e acabo arrebatado por ele, que eu acabo saindo para procurar outros álbuns também, assim os Greatest Hits álbuns são populares em certos países, mas outros países não compram álbuns Greatest Hits . Nós temos certas expectativas e nós esperamos que as pessoas irão gostem das novas canções que gravamos, mas você realmente não pode compará-lo com o que nós fizemos antes.
O que acontece depois do lançamento de um álbum, vocês esperam até o final da semana para ver como foi e comemoram se ele vende bem?
U: Ha-ha, bem eu acho que nós normalmente descobriremos lá pelas 14 horas na segunda-feira que é lançada quão bem ele está indo.
D: Tipicamente, um álbum dos melhores sucessos é aquele do tipo de consumo lento. Não é um desses casos, que realmente precisam necessariamente ir para o primeiro lugar, porque é basicamente um material que nós já fizemos e para a maioria das pessoas que conhecem nossa linha de trabalho, está ali, elas já ouviram antes e elas tem visto nossos shows em anos anteriores e em shows de TV, então não é a mesma escalada para chegar lá assim que for lançado. Mas tendo dito isso, já nós disseram no Japão, (o álbum foi lançado uma semana antes ali), no primeiro dia de vendas, que foi direto para a primeira posição. Isso é muito excitante.
Isso é uma notícia fantástica. Vocês vão fazer uma turnê com Katherine Jenkins no ano que vem pela Inglaterra e Europa, como vocês se sentem a respeito disso? Ansiosos?
Todos: Sim!
Vocês já encontraram Katherine Jenkins antes, vocês a conhecem bem?
S: Nós a encontramos umas poucas vezes nos mesmos shows de TV, ou nós estivemos nas mesmas apresentações que ela esteve. Então nós nos deparamos algumas vezes, mas realmente nunca tivemos a chance de nos conhecermos foi quando nós decidimos que seria uma boa idéia nós irmos juntos para uma turnê do álbum Greatest hits na Europa com ela, nós imaginamos que seria bom fazer alguma coisa um pouco diferente também. Ter uma convidada, alguém com quem você pode dividir o palco, especialmente depois da experiência que nós tivemos com Barbra Streisand e que nós vimos que realmente é algo que funciona bem. Dividir o palco com ela e ter uma voz feminina é uma coisa boa de se ter , um grande entretenimento para nós e para a audiência.
Então vocês não pegaram dicas enquanto vocês estiveram as voltas com essas divas de quem nós lemos a respeito? Vocês agora sentem a necessidade de sair e encomendar algumas velas aromáticas etc?
(Eles todos cairam na risada, ruidosamente!)
D: Nós parecemos o tipo para vela aromáticas? (Eles todos continuam rindo).
Ha-ha! Bem, você nunca sabe, elas podem tornar a sala mais perfumada!
C: A boa coisa sobre nós é que nós realmente somos caras normais. Nós não saimos por ai requisitando coisas loucas em nossos camarins. Por exemplo, eu sempre peço por coca diet, porque é a única coisa que eu bebo, eu não bebo álcool e nós temos garrafas de água e nós temos bananas e red bull (bebida energética), frutas, etc.
Como a platéia difere de cada lugar/país em que vocês se apresentaram? Vocês perceberam que se vocês vão para seu país de origem que as fãs são ainda mais apaixonadas?
D: Oh sim, eu acho que a maior diferenca de quando vamos de um país para o outro é ver como a demografia da audiência muda. Quando nós estamos na Inglaterra, há uma platéia geralmente feminina que vem nos ver. Mas quando vamos para a Korea, é uma audiência muito mais jovem que vem ver o show e quando nós vamos para certos países é um ambiente mais familiar. Por exemplo, nos Estados Unidos nós vemos pessoas trazendo seus namorados ou seus maridos, ou vice-versa, os maridos levando suas esposas para um concerto e você vê uma porção de crianças aparecendo também. Eu acho que ao passar dos anos nós começaremos a ver estas crianças que cresceram com nossas músicas e sabem todas as letras e eu acho isso muito agradável de ir de um lugar para outro e ver como cada cultura é demasiadamente diferente. Diria como a cultura japonesa e a cultura inglesa são tão diferences como giz e queijo, é tão diferente, mas eles abraçam isso a sua própria maneira e mostram sua apreciação de uma maneira diferente, mas nós temos sido abraçados por quase todos os países em que nós estivemos e isso é um presente enorme.
O que vocês acham que tem sido o segredo do seu sucesso, em comparação com bandas similares a vocês mesmos?
U: Se você olhar para nós, nós somos quatro pessoas diferentes de diferentes culturas e experiências musicais e nós somos quatro personalidades muito diferentes, nós temos quatro vozes diferentes e de fato isso faz com que a combinação seja muito rica e nós todos somos muito, muito apaixonados pela música que nós estamos fazendo. Nós todos fizemos música por toda nossa vida, é para o que nós vivemos e nós tentamos ter tudo isso reunido em uma canção, numa única peça musical. Especialmente no começo, não havia muito entendimento ali, o que fez toda a coisa ficar mais interessante, porque você de fato tem tanta influência e tanta riqueza e de modo que você pega o melhor daqui e dali e eu acho que isso é que faz algo que é totalmente diferente e não há algo assim aí fora. Todas as outras bandas que são quatro rapazes de terno que cantam exatamente o mesmo repertório e orgulham-se que eles conhecem um ao outro desde a infância, eu não acho que é uma vantagem neste caso, é de fato o oposto.
D: Enquanto tudo existir, eu também acho que nós quatro estamos sempre comprometidos em fazer o que é melhor para a canção, o que é melhor para a música e não o que é necessariamente o melhor para nossos egos e eu penso em um denominador comum e realmente colocar nossos corações dentro desta areana apenas exalta as canções.
Há alguma pessoa por ai no momento com quem vocês pensam que seria interessante trabalhar junto, ou alguém com quem nós não esperaríamos ver ou ouvir vocês cantando junto?
S: Há muitas pessoas por ai com quem seria realmente bom de trabalhar, Bjork por exemplo seria uma boa idéia, Eminem, The Foo Fighters, eu não sei – há muitos. Qualquer tipo de bandas em extremos opostos seriam de fato boas de trabalhar.
Você acha que poderia ir com uma turnê de rock and roll com elas?
S: Porque não! Eu penso que seria realmente uma boa combinação trabalhar com alguém que é totalmente o oposto do que você está fazendo, talvez Beyonce.
C: Que tal Shakira, ou mesmo AC/DC? (Ele fala, olhando as paredes do escritório da Sony, as quais estão decoradas com artistas que tem discos de ouro penduradas nas paredes, e todo mundo ri)
D: Pink, Pink seria realmente ótima!
Vocês viajaram e se apresentaram mundo a fora com Il Divo. Qual foi o lugar favorito que vocês visitaram e por que?
C: Eu diria, por mim – America Latina e outros países de orígem hispânica, mas eu diria também o Japão. Eu simplesmente amo o Japão, é um lugar especial para mim, Eu não sei o que é, talvez o respeito que eles tem por nós e que continua crescendo mais e mais, é inacreditável. Também para mim, a Inglaterra é especial, porque nós nascemos aqui como um grupo.
A Inglaterra soa como lar para você agora?
C: Sim, é lar!
Você achou um pouco estranho a princípio, quando você inicialmente mudou para cá, viver na Inglaterra levou algum tempo para se acostumar?
S: É totalmente diferente. Mesmo que seja apenas atravessar o Canal, há muitos sotaques diferentes de inglês aqui na Inglaterra. Esta manhã nós estávamos no show de Lorraine e eu lembro que oito anos atrás, ela me perguntou e eu fiquei tipo que, o que? (risos). Eu não pude entender uma palavra e hoje em dia, eu posso entender só a metade , mas é muito melhor (risos). Eu lembro de ter assisitido “Pequena Inglaterra” (Little Britain) na TV e eu consegui pegar tudo e tudo fez sentido. Leva um pouco de tempo para entrar no clima do humor etc. Eu amo a Inglaterra entretanto, eu tenho vivido aqui por nove anos.
C: O tempo, o tempo é fantástico. Que tem mudado muito em nove anos. É mais ensolarado, eu diria veja hoje, é um belo dia de sol (risos).
Uma porção de gente que vem para a Inglaterra as vezes diz que eles acham o Britânico um pouco excentrico e peculiar, vocês acharam também?
C: Não, eu realmente não acho.
D: Eu acho que nós tivemos sorte o suficiente de ter viajado para tantos países ao longo desses anos todos e nós temos visto tantos tipos diferentes de excentricidades que ele nem parecem excentricidades mais. Eles parecem com o que acontece aqui, e o que acontece alí, naquele país. Eu não acho que nós não somos mais apanhados de surpresa!
Vocês estarão ocupados com o novo álbum ao longo do próximo mês ou mais, vocês tem alguma folga durante o Natal?
U: Bem, Natal é de fato o primeiro tempo em que teremos algum tempo livre desde Janeiro passado, nós conseguimos cerca de um mês.
O que 2013 tem guardado para o Il Divo?
D: Bem, você sabe que nós não vamos ter 2013. O mundo termina em 31 de Dezembro de 2012, que é o fim do calendário Maia – É o fim.
(Todos dão gargalhadas)
S: A turnê Greatest hits será em Março/Abril e levará algum tempo e nós temos muitos planos, mas é difícil revelá-los neste ponto, até que nós os coloquemos em prática. Neste exato momento nós apenas estamos trabalhando e organizando as coisas e ver como as coisão se concretizarão.
D: Nós estamos vendo um álbum para o final de 2013 entretanto, que é nossa intenção.
Com Eminem e Foo Fighter nele?
(Todos riem).
S: Seria ótimo.
C: Nós podemos até ter você nele se você quiser, você pode estar no álbum!
Bem, acontece que eu realmente canto num coral de mulheres, que está baseado em Londres e nós somos chamadas de Coro de mulheres de Welsh de Londres (o termo Cor Merched Cymry Llundain é gales)
Todos: Ahh, você canta!
C: Bem, lá vai. Você nunca sabe, nós poderiamos fazer isso!

O novo álbum do Il Divo ‘The Greatest Hits’ foi lançado na segunda-feira 26 de novembro 2012.

Tradução de Regina Viera, obrigada! 😉